Arquivo para Julho, 2009

Documentário “O Petróleo tem que ser nosso” estréia nesta quinta

29/07/2009

Marca - Doc - O Petróleo Tem Que Ser Nosso

O cineasta Peter Cordenonsi envia o convite para a estréia do documentário “O Petróleo tem que ser nosso” nesta quinta, às 18h30, no Cine Odeon, em plena Cinelândia no Rio de Janeiro. A entrada é gratuita. A trabalho estou indo para o Rio exatamente na quinta e estarei lá.

O filme tenta responder a uma inquietante questão: diante das gigantescas reservas do pré-sal, que caminho o Brasil vai tomar? Políticos, intelectuais, sindicalistas, estudantes, representantes da igreja, artistas e militares estão entre os 34 depoimentos, de diferentes matizes, que abordam o tema sob perspectiva histórica, geopolítica, ambiental, econômica e social. A estréia será no Cinema Odeon, na Cinelândia, no Rio, em evento que começa às 18h30. A entrada é gratuita. O cinema tem lotação para 584 lugares, a serem preenchidos por ordem de chegada. Ingressos na bilheteria.

“O petróleo tem que ser nosso – última fronteira” é um filme produzido pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e pela Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), dirigido por Peter Cordenonsi.  Será uma peça importante na popularização da Campanha “O petróleo tem que ser nosso”, que reúne dezenas de entidades dos movimentos sindical, social e estudantil, dentre os quais o MST e a UNE. .

Os depoimentos incluem desde o governador do Paraná Roberto Requião (PMDB), do senador Aluísio Mercadante (PT), os deputados Chico Alencar (PSOL) e Brizola Neto (PDT), Mauricío Azedo, Presidente da ABI,  João Pedro Stédile (MST), Brigadeiro Sérgio Ferolla, ex-diretor do comandante da Escola Superior de Guerra e ex-presidente do STM (Superior Tribunal Militar). Também Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), os professores Ildo Sauer e Carlos Lessa, César Benjamin, Ivan Pinheiro e o ator Paulo Betti, dentre outras “feras” – apenas foram escolhidos para dar uma dimensão da diversidade de ideologias e interesses que compõem o elenco dos apoiadores da Campanha “O petróleo tem que ser nosso” .  Está reunido um exército de brasileiros, disposto e enfrentar o lobby das transnacionais do petróleo, visando à defesa do povo brasileiro e da soberania nacional.

Cartilha – Além do filme, será lançada na próxima quinta, 30, no Cinema Odeon, a primeira edição da cartilha da Campanha “O petróleo tem que ser nosso”, com 100 mil exemplares. Com 24 páginas, ilustrações e imagens coloridas, a cartilha destina-se a estudantes, donas de casa, formadores de opinião e a todos aqueles que pretendem entender um pouco mais sobre a discussão do petróleo e as recentes descobertas do pré-sal. A forma como serão exploradas e comercializadas as novas reservas, que colocarão o Brasil entre os maiores produtores mundiais, é decisiva para os rumos que o país vai tomar. A campanha propõe um novo marco regulatório, defende a reestatização da Petrobrás e questiona a nova estatal.

IVC responde ao Nas retinas

27/07/2009

O Instituto Verificador de Circulação, representado por Cláudio Garcia da empresa de assessoria de comunicação Lucia Faria, enviou resposta para este blog a respeito do post sobre o encalhe de jornais.

Elogio aqui a assessoria por se preocupar em responder para um blog. É sinal de que as coisas estão mudando na relação entre assessores e a nova mídia, antes deixada em segundo plano por diversos profissionais de assessoria de imprensa. Vale ressaltar que em momento algum entrei em contato com o assessor. Ele me procurou via comentário no blog.

Pois bem, de qualquer maneira, a resposta corrobora com a minha afirmação de que o IVC possui os dados de encalhe mas não os divulga. Veja trecho: “O escopo do trabalho do IVC chega a aferir volume total de tiragem e também de encalhe. Mas os números de circulação constituem a informação primordial do Instituto porque refina as variáveis não relevantes para mensurar o alcance das publicações.”

Esta informação é vital para sabermos quanto tempo tem de vida ainda o papel impresso, sua relevância na chamada “opinião pública” e se tem fôlego para combater outras mídias como os gadgets celulares e outros equipamentos menores com acesso a web. Muito em breve a tinta eletrônica estará presente na vida das pessoas. Uma tela plástica irá trazer as informações como na web e poderá ser lida em qualquer local. Ou seja, é um problema de modelo de negócio. Os portais dos jornalões terão que ser descarregados nesta nova mídia.

Ao segurar esta informação o IVC tenta dar sobrevida a credibilidade dos jornais, que seguem em franca decadência de assinaturas e qualidade no jornalismo produzido, conforme vimos no caso da #ditabranda.

Abaixo, a resposta completa:

Caro Emerson Luis,

Tudo bem contigo? Espero que esteja tudo ótimo!

O meu nome é Claudio e sou assessor de Comunicação do Instituto Verificador de Circulação (IVC). Primeiramente, gostaria de agradecer o rápido retorno com o seu contato de e-mail.

Escrevo apenas para fazer um esclarecimento com relação a uma questão abordada por você em seu blog “Nas Retinas”.

No texto postado no último dia 17, sob o título “Quero saber sobre a taxa de encalhe dos jornais”, houve menção ao IVC em alguns aspectos que merecem esclarecimentos.

Inicialmente, é importante destacar que o IVC faz a auditoria sobre a circulação de jornais e revistas e os números que são aferidos de circulação são sempre líquidos, pois a circulação é justamente o volume total de exemplares que efetivamente foi comercializado e chegou às mãos do leitor, seja por assinaturas ou vendas avulsas. Automaticamente, fica excluído o encalhe porque é um volume que não chegou a ser vendido. O foco do trabalho do IVC é a circulação exatamente para proporcionar ao mercado de interesse, formado por anunciantes e agências de propaganda informações precisas sobre os veículos.

O escopo do trabalho do IVC chega a aferir volume total de tiragem e também de encalhe. Mas os números de circulação constituem a informação primordial do Instituto porque refina as variáveis não relevantes para mensurar o alcance das publicações.

Por fim, também vale ressaltar que o IVC é uma entidade sem fins lucrativos formada por anunciantes, agências e editores. Todos estes grupos estão representados de forma igual na direção da entidade para garantir a independência das atividades e assegurar que nenhum interesse particular se sobreponha aos resultados das auditorias do órgão. Além disso, o presidente e vice-presidente eleitos são, invariavelmente, representantes de anunciantes ou agências.

As breves observações valem para o seu conhecimento como informações relevantes sobre as atividades do IVC. Além disso, desejamos sempre que o público que o acompanha tenha a maior qualidade possível na informação.

Caso tenha qualquer dúvida sobre o trabalho do IVC, permaneço à disposição.

Atenciosamente,

Claudio Garcia

Assessor de Comunicação do Instituto Verificador de Circulação (IVC)

Virão respostas?

27/07/2009

Enfim uma possibilidade de resposta para o post que indaga sobre o encalhe dos jornais.

Ontem, Azenha no @VIOMUNDO tocou no assunto refazendo a minha pergunta.

Na manhã desta segunda a assessoria de imprensa do Instituto Verificador de Circulação entrou em contato nos comentários do post pedindo e-mail para contato. Veja imediatamente abaixo a mensagem enviada por Cláudio Garcia da Lucia Faria Inteligência em Comunicação. Aguardemos então as informações.

Caro Emerson Luis,

Meu nome é Cláudio e sou da área de comunicação do Instituto Verificador de Circulação (IVC). Gostaria de lhe enviar um e-mail com algumas informações sobre o Instituto. Você poderia me passar o seu contato de e-mail?

Abraço

Blog novo na área

21/07/2009

Já está adicionado aqui ao lado esquerdo, no Vai lá também, o blog novo da Carine Roos. E começa já com tema quente. Depois de defender seu TCC com o tema “As percepções dos jornalistas da EBC sobre mídias sociais”, ontem o editor da Agência Brasil, veículo da EBC, entrou em contato com sua co-orientadora para questionar pontos do trabalho. Veja então as respostas completas no Outro Espectro.

Dois ângulos para a morte de Lee Harvey Oswald

18/07/2009

No dia 22 de novembro de 1963 o presidente John Kennedy foi assassinado durante desfile em carro aberto na cidade de Dallas. Os dois disparos que atingiram o presidente foram atribuídos ao ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald que estava no prédio de onde vieram os disparos, segundo as investigações oficiais à época. Harvey foi preso.

Dois dias depois era a vez de Harvey ser assassinado, ao vivo, diante das câmeras de TV. Jack Ruby, homem ligado a máfia americana, avançou sobre Harvey quando ele era transferido de prisão e disparou a queima-roupa.

As imagens abaixo mostram dois ângulos do mesmo momento. No primeiro vídeo pode ser vista toda a ação por fora, quando Harvey sai do prédio. A câmera de reportagem está praticamente diante dele com o repórter narrando a cena. Ruby se aproxima e atira. No primeiro instante parece que os presentes não entendem o que aconteceu e logo em seguida uma multidão avança sobre o atirador imobilizando-o e arrastando-o para o lado. Percebe-se Harvey caído e logo sendo levado para dentro. Chega a ambulância e os paramédicos entram. Logo em seguida saem com ele na maca, levando-o para dentro da ambulância.

No segundo vídeo, praticamente a mesma cena, porém com as câmeras registrando sua saída do prédio. A ação ao lado de fora é registrada com o foco mais fechado e para o lado esquerdo do ângulo do primeiro vídeo.

Em uma época em que não era nada simples a gravação de imagens, devido ao tamanho das câmeras de externa, diversos ângulos sobre o mesmo fato foram registrados. Encontrei dois acidentalmente no YouTube, quando buscava imagens de Walter Cronkite. Hoje em dia nada escapa das pequenas câmeras HD de mão ou dos celulares e, por isso, não é difícil praticar o jornalismo participativo e colaborativo baseado no olhar cidadão. No terceiro vídeo, dois dias antes destes fatos, Walter Cronkite anunciava a morte do presidente John Kennedy.

Walter Cronkite anuncia o assassinato de Martin Luther King

18/07/2009

Morreu ontem, aos 92 anos, “o homem mais confiável da América”, Walter Cronkite, jornalista que definiu o papel do âncora no jornalismo televisivo. Cronkite participou da cobertura, via rádio, da II Guerra, anunciou com as mangas da camisa dobradas a morte de Kennedy e se emocionou ao vivo com a chegada do homem a Lua em 1969, feito que completará 40 anos na próxima segunda. Abaixo, você vê o âncora no CBS Evening News, jornal que comandou de 1962 a 1981 até sua aposentadoria da TV. Nesta edição de 4 de abril de 1968, Cronkite anuncia o assassinado do líder negro pacifista Martin Luther King.

Quero saber sobre a taxa de encalhe dos jornais

17/07/2009

Antes da apresentação da @bethsaad na ultima terça-feira, conversávamos a respeito da capacidade de impacto da rede nos leitores digitais e o contraponto disso sobre, especificamente, a circulação dos jornais de papel.

Sabe-se que a circulação cai ano a ano. Em um momento nos perguntamos: e a taxa de encalhe dos jornais nas bancas?

Jornais como a Folha de SP ou o Estadão, hoje em dia, podem imprimir em média 200.000 mil exemplares por dia. Quantos vão para os assinantes e quantos vão para as bancas? São números que somente as agências de publicidade, os jornais e as distribuidoras possuem, que servem para calcular o quanto de investimento de publicidade vai para cada veículo.

Para quem não sabe o encalhe é o número de jornais não vendidos que são devolvidos para a distribuidora, retornando assim para os veículos que imprimiram. Ou seja: é o que ficou encalhado nas bancas.

Então vejam vocês, o universo brasileiro, de 180 milhões de pessoas, é muito maior do que os gatos pingados que leem os jornais brasileiros e ainda sim é esta pequena parcela, detentora de boa parte do PIB brasileiro, que dita as regras para o resto do país, impondo via veículos de comunicação sua maneira de pensar e agir, criticando investimentos sociais sem reconhecer o impacto destes serviços na vida dos cidadãos.

Diante disto, os sites de contraponto na web possuem cada vez mais acesso. Paulo Henrique Amorim divulgou esta semana seus 4,5 milhões de páginas vistas por mês, com aproximadamente 650.000 pessoas em acessos únicos: em média são 21.000 pessoas por dia em suas páginas, sem taxa de encalhe, pois quem entra teve realmente acesso a informação. O Vi o Mundo do Azenha tem em média as mesmas taxas, entre 15 e 20 mil por dia, segundo minha última conversa com ele em São Paulo. E o Eduardo Guimarães, do Cidadania.com, tem entre 6 e 7 mil por dia. São alguns exemplos. O Vi o Mundo e o Cidadania.com já devem ter subido o acesso, não tive como perguntar novamente sobre estes números novos. Existem muitos blogs que compartilham semelhante acesso e, se somados, desbancam a audiência do papel.

Mas e a taxa de encalhe dos jornais? Dos 200.000 mil exemplares, quantos são abertos e lidos? Quantos voltam para a empresa que os imprimiu intocados? O IVC, Instituto Verificador de Circulação, não divulga estes dados pois isso afetaria significativamente a credibilidade dos veículos e as distribuidoras, Chinaglia e DINAP, não entram neste mérito para não afetar os clientes, mas todos tem as informações.

Está na hora da imprensa de papel ter coragem e abrir todos os números da queda, na integra, com circulação e encalhe, para termos a real dimensão de como o público brasileiro consome papel-notícia. Afinal, quem prega democracia deve praticar democracia.

Tweets: palestra sobre mídias sociais na Presidência

14/07/2009

Replico no blog um resumo da série de tweets que fiz durante a palestra da @bethsaad na manhã desta terça-feira, 14/07, no Anexo I do Palácio do Planalto. Tema: Mídias Sociais.

RT @carineroos: @bethsaad n vale a regra concentrar informaçao nas mídias sociais. Esse pensamento n corresponde a essas mídias #prmídias

A @betsaad cita o poder da hashtag e cita o #forasarney. Mostra o search do Twitter sobre o @blogpetrobras

Estar nas redes sociais eh usar estrategias comportamentais. Nao vale a regra quem concentra info tem poder @bethsaad #prmidias

Nao ofereca simples conexoes, ofereca objetos sociais @bethsaad #prmidias

Dentre os 100 sites mais acessados no BR somente Caixa, Fazenda e Correios aparecem de gov #prmidias

RT @carineroos: @bethsaad fala em reconhecer o cidadao como alguem capaz de informar c qualidade #prmídias

Nao sou um numero, sou uma tag. Audiencia qualificada, formadora de opiniao e replicadora #prmidias 80% do BR em redes sociais #prmidias

Celular = objetos de desejo. 80 celulares por habitante p comunicacao total e nao so falar #prmidias

RT @carineroos: @bethsaad fala em estimular os profissionais das instituiçoes a criarem perfis nas redes sociais #prmídias

Nao esquecam da 1.0. Precisa arquitetura da informacao organizada e consistentes @bethsaad #prmidias

Atuar nas redes sociais eh trabalho em equipe. Estimule seus profissionais a criar perfis na rede #prmidias

Eh preciso usar hipermidia total para comunicar @bethsaad #prmidias. Esteja presente e crie redes

Para entrar na 2.0 e preciso voz real, nao adianta release. Precisa expressao @bethsaad #prmidias

Nao estamos mais diante de um publico sem opiniao @bethsaad #prmidias

Midias sociais eh qualquer tecnologia que permita comunicacao e compartilhamento diz @bethsaad #prmidias

Midias sociais nao se resumem a blog, diz @bethsaad. Cita Twitter wikis widgets rss podcasts #prmidias

Jean Charles

10/07/2009

seltonmello

A imprensa brasileira não conseguiu traduzir para o Brasil a tragédia social da morte de Jean Charles, brasileiro que foi assassinado pela policia inglesa em 2005, depois de ser confundido com um terrrorista. Adeptos que são do corporativismo jornalístico, simplesmente replicaram os relatos da imprensa britânica que retrataram o brasileiro como um terrorista, expondo sua imagem, inocente que era, ao arbítrio do preconceito. Até a BBC, respeitadíssima, pisou fundo neste acelerador da intolerância em sua cobertura.

O diretor do filme Jean Charles, Henrique Goldman, impôs seu ponto de vista quando negociava com a BBC a co-produção: queria relatar o lado brasileiro da história e não os fatos que levaram a sua morte vista pelos britânicos, visão que a BBC impunha para financiar o filme. Por isso a TV se retirou do projeto, abrindo caminho para um relato semi-documental da vida dos brasileiros em Londres baseada em Jean Charles.

O resultado é um filme em que a sinceridade está presente quadro a quadro e em cada improviso de diálogo, mesmo com um roteiro detalhado do diretor escrito em parceria com Marcelo Starobinas. Os produtores publicaram anúncio em um jornal procurando brasileiros para uma produção. O resultado está no longa: nossos conterrâneos comuns, trabalhadores, em linguagem íntima com Selton Mello, Vanessa Giácomo e Luis Miranda, como se convivessem juntos há muito tempo. A prima de Jean Charles, Patrícia Armani, reviveu a si mesma, passando duas vezes pelo mesmo sofrimento.

Selton Mello desliza suavemente na vida de Jean, sem cair na tentação de explodir o sotaque mineiro em uma tática fácil de fazer humor. Para marcar a cidade de Gonzaga em Minas Gerais, de onde emigrou Jean para Londres, Selton usa palavras típicas que caracterizam o sotaque mineiro sem precisar recorrer aos maneirismos, armadilhas para os atores.

Ao lado de Selton Mello está o ator Luis Miranda, mais conhecido pela comédia desde que despontou no espetáculo Terça Insana. Miranda vive no filme o primo Alex, provando mais uma vez que os melhores atores dramáticos saem da comédia.

Metade do filme é do Luis Miranda, que você ve abaixo em cena com Vanessa Giácomo.

luizmirandavanessa

O tiro no pé: Serra ganha prêmio de consolação de ONG

09/07/2009

Hilário ver o José Serra mobilizar sua imprensa para anunciar que recebeu o prêmio de uma ONG (WFO) pelo trabalho de quase 10 anos atrás no Ministério da Saúde.

É como receber um Oscar póstumo ou indenização trabalhista atrasada. Já não vale nada, pq o defunto não viu e o dinheiro está desvalorizado.

A World Family Organization pegou uma sala emprestada para entregar o prêmio, que não representa a ONU, e dentre os 3 agraciados somente Serra apareceu. Mico.

Mas não pára por ai. O tiro no pé é maior. A tal ONGWorld Family Organization ainda deve explicações para a Câmara Municipal do Balneário Camboriú pelo uso do dinheiro público para construir o Hospital Municipal Ruth Cardoso.

Explicando: José Serra não poderia admitir que Lula ganhasse um dos maiores prêmios da Unesco, o Félix Houphouët-Boigny, em pleno auditório das Nações Unidas. Acabou cavando na mídia um prêmio de consolação, para se passar por estadista, aproveitando-se do boicote da imprensa a visita de Lula a Paris. É basicamente isso.

#eurialto