A solidariedade digital vai além do compartilhamento dos códigos no FISL.
Na sala de imprensa, local em que jornalistas e fotógrados se amontoam para enviar textos, imagens e vídeos para seus sites e jornais, a conexão WiFi montada pela PUC- RS não funciona bem, e os cabos azuis de rede não são suficientes para as quase 30 pessoas que circulam por aqui.
Cesar Cardoso, hacker e geek em plantão permanente na Internet, emprestou seu AP (acess point) particular para o pessoal. Agora, um dos pontos azuis está ligado no AP, que gera a rede WiFi para todos.
O problema: os milhares de hackers e geeks também presentes no evento irão fatalmente descobrir este ponto. E então começa outra batalha por mais conectividade.
Tags: conectividade, FISL, WiFi
18/04/2008 às 2:30 pm
Viva o Cesinhaaaaaaa!!!!!!
18/04/2008 às 8:29 pm
Super Cesinha!
“Muchas ganhas” de estar no FISL….!
23/04/2008 às 12:28 pm
O grande problema em relação a conectividade Wi-fi segundo informações, foi a grande quantidade de ROGUE AP´s dentro do pavilhão, causando um grande turbilhão de RF´s dentro do auditório.
Tanto nos stands que colocaram seus ap´s gerando um grande overlap de canais sobre os BSSID´s oficiais que estavam instalados.
Muitos dos Rogue Ap´s que estavam ligados nem ao menos estavam trafegando sinal para a rede cabeada, e outros ainda clonavam o SSID FISL que estava atendendo ao evento levando para lugar nenhum aumentando ainda mais o problema.
Portanto, segundo informações não houve um posicionamento oficial da ASL quanto a este comportamento dos seus expositores, o que prejudicou e muito a conectividade nos pavilhões.
Porém, para usuários que nem eu que utilizaram o Wi-fi nas imediações do pavilhão onde não haviam estes rogues ap´s dos próprios expositores a conectividade ocorreu sem nenhum problema.