“O que ele (Lobo) fez não tem preço”, disse Jaqueline, explicando que a EBC custeará o processo e o advogado, segundo seu estatuto. “Ele expôs toda uma redação que trabalha sob cobrança intensa. Vamos ter que recomeçar tudo do zero.” A jornalista afirmou ainda que não vê problemas em depor na comissão criada pelo Conselho Curador para apurar o episódio.
Segundo a gerente, Lobo foi contratado em novembro de 2007, mas nunca assinou contrato nem se integrou totalmente ao trabalho, chegando em geral às 16 horas, após as reuniões de pauta, realizadas diariamente às 11h. Nelas, com chefes do jornalismo da emissora de Brasília, Rio e São Paulo, são discutidos os assuntos cobertos ao longo do dia. “De 50 reuniões de pauta de 16 de janeiro até a saída de Luiz Lobo, ele foi a sete”, declarou Jaqueline.
Procurado, Lobo não quis dar entrevista. “Não sei se tenho nada de novo para falar”, disse. “Estou tomando conhecimento disso (do processo) por você. Não tenho informações a respeito. Meu objetivo nunca foi fazer embate político. O que eu disse, eu disse, mas prefiro não comentar.”
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