Limpa Brasília
05/02/2010AquaMetro: o mais novo investimento da Aquassab Corp
04/02/2010Desenvolvido dentro dos mais altos critérios técnicos, com alta tecnologia e reconhecimento internacional pela Academia de Engenharia de Veneza, o AquaMetro é o mais novo lançamento da Aquassab Corp.
Depois de mudar o curso do rios para proporcionar lazer e incentivar a prática de esportes em Águas de São Paulo, estava na hora desta Atlântida ter o sistema de transporte ideal para o atolamento.
Nas primeiras imagens divulgadas deste novo empreendimento podemos ver o complexo sistema de aquedutos que empurram os transeuntes de maneira rápida e confortável para as plataformas. Inspirados nos sistemas de escoamento dos Incas, durante o trajeto até a chegada ao AquaMetro os cidadãos podem apreciar desenhos e afrescos baseados nas antigas civilizações latinas.
Ao final das modernas escadas-nadantes, o usuário é convidado a experimentar os calçados da linha Romano Swim da Aquassab Fashion, ideal para mergulhos longos. Veja como a população, civilizada, aguarda o funcionário com a maleta para entregar os modelos apropriados.
Aprecie nosso vídeo institucional
Aquassab Fashion, ideal para o seu lazer
29/01/2010Finos, discretos e com design que permite alta velocidade nos deslocamentos durante as enchentes, os sapatos da linha Romano Swim da Aquassab Fashion são ideais para quem mora em Águas de São Paulo. Delicados, não apertam os dedos, apesar da aparência comprimida que poderia afetar o joanete. Versátil, o Romano (foto acima) é ideal para mergulhos de longa duração (1 mês e meio) e também para empurrar a lama com os pés. Seu design em formato de pá desloca os resíduos inconvenientes vindos com a água barroca. Noca Ludermino, moradora da Zona Leste, que adora se divertir durante a temporada de cheias, agradece Aquassab, o prefeito-estilista que inovou na arte de oferecer serviços e suprir a demanda: – Seu Aquassab, obrigado por pensar na gente sempre nesta época. Minhas crianças reclamavam da falta de calçados ideais para esta temporada. Faltava piscina e o senhor fez mais: trouxe o rio até a nossa porta.
Linha Romano Swim da Aquassab Fashion. Hype, descolada e desalojada.
Novas mídias em destaque no Fórum TIC Dataprev
28/01/2010O Fórum TIC Dataprev, evento de integração tecnológica entre entes públicos e membros da sociedade civil promovido pela Dataprev, abordou ontem em sua 11ª edição, realizada desta vez no Rio de Janeiro, um tema que tem mobilizado constantemente profissionais de comunicação dos veículos de mídia e assessoria de imprensa: as novas mídias.
É impossível pensar em comunicação moderna sem abrir uma ponte direta entre empresas, órgão de governo e o público utilizando a internet e suas possibilidades multimídia via redes socais. Entenda-se por multimídia não mais a utlização de elementos de comunicação analógicos como rádio, TV e jornal unificados e sim o pleno uso dos recursos de áudio, vídeo e texto integrados por ferramentas de edição digitais, com a possibilidade de, com um equipamento simples como um celular, o cidadão (ou repórter) sair a campo para captar, editar e publicar em seus websites o fato quase imediato.
A partir destas ferramentas, o complemento para a difusão da informação passa, via Internet, pelas mídias sociais. Twitter, Orkut, Facebook, Linkedin, Flickr, Qik e outras ferramentas são capazes de criar ao redor de um cidadão uma rede de credibilidade para suas informações que ultrapassam este primeiro círculo atingindo outros.
Para entender todo este processo da comunicação moderna, os participantes do Fórum TIC passaram por uma revisão histórica do processo evolutivo da comunicação desde a criação da imprensa por Gutemberg. O Prof. Carlos Nepomuceno, doutorando em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense, apresentou a palestra “A Internet: uma mídia de oxigenação de ideias”. Para Nepomuceno, a Internet não representa somente mais uma forma de comunicação e sim uma mudança radical na produção e consumo de mídia: “A última vez que aconteceu uma mudanca radical na forma de comunicação, a sociedade mudou profundamente” disse Nepomuceno referindo-se a invenção da imprensa em 1450 por Gutemberg.
Segundo o Prof. Nepomuceno, os conservadores classificam a Internet como “parte do processo evolutivo do rádio e da TV” sem considerar toda a mudança de comportamento na produção e consumo de informação trazida pela rede com a quebra da concentração tecnológica da mão de poucos agentes que insistiam, no século passado, a tratar a informação em “cadeia” como donos de rádios, TVs e jornais ao mesmo tempo, citando as gravadoras como exemplo deste processo. “A tecnologia mudou o formato da producao de mídia. A crise é do negocio e não da informacão. A Internet veio para gerar e suprir a necessidade de bilhões de pessoas pelo mundo nda troca de informações”, disse Nepomuceno.
O chefe da assessoria de comunicação do ministério da Previdência Social, Franzé Ribeiro, também esteve presente ao Fórum TIC para explicar o uso que a Previdência tem feito destas novas possiblidades de mídia. Para estudar o uso das mídias sociais e seus benefícios ao cidadão, Franzé criou um grupo de trabalho dentro da equipe de comunicação do ministério. Uma das resoluções deste grupo, que já está em prática, é a produção de versões exlusivas das matérias do site da Previdência para o Twitter: “Todos os jornalistas da assessoria de comunicação tem que fazer versões das matérias para a linguagem do Twitter”, disse Franzé. Desde que o Twitter da Previdência começou a ser utilizado os cidadão também começaram a enviar dúvidas pessoais sobre os serviços previdenciários, diante disto o responsável pelo Twitter recolhe todos os questionamentos e os encaminha para a ouvidoria do ministério, órgão responsável por dar atendimento personalizado nestes casos. “As novas ferramentas são essenciais para levar mais infos aos cidadãos. A Previdência esta aprendendo como usar as novas midias” disse Franzé.
Abaixo, integrantes da Dataprev e membros da sociedade civil durante o 11º Fórum TIC.
A política está na Internet?
24/01/2010Matérias especiais do jornal Publico de Portugal com um panorama da utilização da Internet e mídias sociais por políticos. Excelente abordagem sobre o uso da rede nas eleições de 2009 em Portugal, o fenômeno da campanha Obama e também um panorama sobre outros países incluindo o Brasil.
Poucas vezes vi na imprensa brasileira uma matéria útil sobre novas mídias e política. A abordagem aqui é de quem não conhece o assunto e precisa preencher papel e espaço em bits, sempre com a visão glamourizada da rede, tratando blogueiros como bichos no zoológico.
Veja aqui: A política está na Internet?
E aqui: Cidadãos 2.0
Contribui no link acima a respeito do uso da web pelos políticos no Brasil. A repórter do Publico, Maria João Guimarães (@mjguimaraes) entrou em contato comigo pelo Twitter e também pelo blog. Foram várias mensagem até mandar meu depoimento. Bela apuração dela e da equipe. Convivi e convivo com jornalistas do Brasil e sei da grande preguiça que os domina no momento de apurar. São poucos os que se dedicam a procurar fontes longinquas. Aqui o jornalista precisa provar a tese do diretor de redação, sempre, antes de conseguir levantar informações amplas que identifiquem várias direções sobre o assunto que está abordando.
Por isso o jornalismo brasileiro segue ladeira abaixo e desacreditado, com a proteção ao Serra sobre as enchentes pela mídia paulista, o alarme falso das Cantanhedes sobre febre amarela e os milhões de contaminados pela gripe suína que a Folha garantiu que o Brasil teria. Jornalismo derrotado, que vende e se vende diariamente aos interesses de poucos pelo Brasil, aqueles que os sustentam com publicidade em troca de afagos carinhosos nas páginas amarelas e colunas.
Onde vivem os monstros
16/01/2010Alguns filmes nascem clássicos desde o primeiro segundo de exibição. Os críticos analisam, muitos condenam, enquanto o público sente e absorve a obra que ficará para sempre. Foi assim com Labirinto e Blade Runner, para citar somente dois de tantos exemplos. Este intervalo de compreensão é imediato em “Onde vivem os monstros“, longa de Spike Jonze (Quero ser John Malkovich e Adaptação) baseado no livro curto de Maurice Sendak.
Tocante, poético, imaginativo. Jonze nos empurra para o próprio comportamento reprimido infantil, aquela fase em que pressentimos o universo expandido do nosso quarto e quintal, territórios amplos da criação solitária, resguardada pelas figuras paterna e materna, que renegamos muitas vezes por imporem restrições.
Max, o garoto solitário interpretado pelo ator Max Records, que esbanja talento, vive em uma família classe média baixa, típico ambiente americano propício a revoltas e desvios: mãe (Catherine Keener) tentando garantir sozinha o sustento de dois filhos em meio a possibilidade do desemprego e a irmã mais velha, preocupada com suas amizades adolescentes e notando pouco a existência do irmão.
Pode-se ver muitas referências a personagens infantis na obra de Jonze, desde Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol, Calvin de Bill Waterson e até uma citação (espero não ser viagem minha) a “Digby, o maior cão do mundo”, clássico filme britânico de 1973.
O clima soturno e de raiva infantil, muitas vezes perturbador e sufocante de “Onde vivem os monstros”, é amplificado pela trilha sonora magistral de Karen O and the Kids. Karen é vocalista da banda Yeah Yeah Yeahs. Abaixo, Max Records e Catherine Keener em cena.
YouTube e a revolução digital
13/01/2010Por Carine Roos
O livro “YouTube e a Revolução Digital” de Jean Burgess e Joshua Green editado em 2009 aponta que o YouTube hoje faz parte do cenário da mídia de massa. Em novembro de 2007, já era o site mais popular do Reino Unido, com o site da BBC ficando em segundo lugar. Os autores garantem que o sucesso da rede social foi a combinação da popularidade em grande escala de determinados vídeos criados por usuários e o emprego do YouTube como meio de distribuição do conteúdo das empresas de mídia que agradou ao público, “Para o YouTube, a cultura participativa não é somente um artifício ou um adereço secundário; é, sem dúvida, seu principal negócio”.
O livro é produto de uma pesquisa realizada por esses dois autores, cuja metodologia foi a leitura atenta de estudos sobre mídia e cultura a um levantamento de 4320 vídeos analisados e classificados como “Mais Populares” do site, reunidos entre agosto e novembro de 2007. O estudo demonstra que o YouTube não representa uma colisão e sim uma coevolução aliada ‘a uma coexistência desconfortável entre “antigas” e “novas” aplicações, formas e práticas de mídia, isto é, quando aceito pela grande mídia, ainda o é de maneira relutante.
Crucial é a perspectiva desses pesquisadores quando ao relatarem o fato de o YouTube ser classificado repetidamente pela grande mídia como site amador “aberto a todos” e não como um local de convívio comunitário ou de experimentação artística esses veículos acabam por disseminar o discurso de que a ferramenta contribui para a crise do conhecimento, o colapso dos valores culturais e de que o YouTube é uma “terra sem lei”. Esse discursos bastante prejudiciais ‘a cultura participativa ajudam a materializar preocupações com a pirataria e a “ciberintimidação” elevando a juventude como categoria de risco.
O estudo sugere que os discursos da mídia sobre as questões de moralidade no YouTube, a criação da categoria de “ciberintimidação” podem ser vistos como sintomas do desconforto e incerteza que cercam o campo de atuação da mídia provocadas pelo uso das novas tecnologias como as câmeras de telefones celulares e a Internet alavancando uma mudança de paradigma na comunicação. O discurso do pânico moral faz parte hoje do vocabulário profissional dos jornalistas. O livro ressalta ainda que a discussão em vez de centrar na interpretação das novas mídias como uma articulação de risco, imoralidade e juventude deveria centrar a entender de maneira mais produtiva o alcance e as circunstâncias nas quais a participação em sites como o YouTube envolvem reflexão, consciência ética e capacidade de avaliação como parte de discussões mais abrangentes sobre a alfabetização em novas mídias. “A mídia de massa lida com esse problema do mesmo modo de sempre, filtrando os usos e significados do YouTube por meio de seus próprios valores jornalísticos, bem como de uma abordagem ideológica da mídia popular e emergente que se recusa a admitir que os usos vernaculares do YouTube podem ter suas próprias maneiras de legitimidade”.
Uma reflexão interessante que o livro coloca é que encarar o YouTube e seus elementos apenas como atos de publicação ou distribuição é “impor a percepção da Era da radiofusão sobre a atuação da mídia em relação a um serviço na vanguarda da definição da lógica da mídia Pós-radiofusão.” Em outras palavras, a violação de direitos autorais e pirataria são maneiras como a Era da Radiofusão lida com o que é essencialmente prática da audiência. Portanto, a discussão deve ser permeada pelas práticas culturais de rede e de sua própria lógica, somente assim, fará sentido a discussão sobre pirataria e violação de direitos autorais.
Seguindo mais em frente, o estudo critica a arquitetura e o design do YouTube ressaltando que a plataforma convida mais ‘a participação individual do que ‘a atividade colaborativa. “O YouTube não disponibiliza métodos integrados ou de rotina para captura de vídeos de outros usuários ou sua reutilização, tampouco disponibiliza o conteúdo de outrem com esse propósito”. E questiona se algum momento o YouTube Inc. teve aspirações tão grandes de “mídia comunitária” como parte de sua missão. “O YouTube sempre foi, em primeiro lugar e acima de tudo, um empreendimento comercial, construindo uma audiência para anunciantes ao permitir que usuários individuais compartilhassem vídeos por razões pessoais e para entretenimento”. Mas que apesar disso, a ferramenta acabou se transformando em um local de oportunidades similares ‘aquelas oferecidas pela mídia comunitária, em função do seu potencial comercial de massa.
Outro ponto do texto fundamental de ser ressaltado é que apesar do YouTube ser um espaço em que indivíduos podem representar suas identidades e perspectivas e a possibilidade de encontrar diferenças culturais, o acesso aos níveis de participação é limitado a determinado segmento da população e realizado de maneira desigual na escala global, já que o site é dominado demograficamente pelos norte-americanos.
O autores acreditam que se o YouTube persistir por um longo tempo, o resultado será não apenas um repositório de conteúdos de vídeos antigos, mas um registro da cultura popular contemporânea global. “O YouTube está evoluindo para se tornar um imenso arquivo público, heterogêneo e, em grande parte, acidental e desorganizado”.
Os pesquisadores finalizam destacando que o momento atual do YouTube é a incerteza que permeia o futuro da cultura participativa e a complexidade que emerge da intersecção de várias ideias mutáveis e divergentes sobre o para que serve a mídia digital, ou para que poderia servir. Sem dúvida é um trabalho primoroso desses dois autores, que lançam novos olhares sobre a cultura participativa em rede e contribuem desmistificando dúvidas e inquietações desse ambiente ainda tão pouco explorado pelo seu potencial gigantesco que é a Internet.
A outra face
01/01/2010
Boris Casoy, venerado pela elite como representante do “bom jornalismo”, homem que sempre opinou especulativamente para condenar pessoas, muitas vezes se baseando em dados que ele mesmo não apurou, somente inspirado por “recortagens” de jornal, foi pego mostrando a outra face: o preconceito de classe. O vídeo acima explica o que é “uma vergonha”.
A Band foi às ruas recolher de homens comuns votos para 2010 e o que eles receberam em troca? A ofensa moral sempre escondida pelos microfones fechados e pela ética jornalística.
Nas desculpas, Boris prefere jogar a culpa na tecnologia, afirmando que devido a um vazamento de áudio, disse uma frase infeliz.
Não foi o vazamento de áudio o culpado, foi a verdadeira face do jornalista, preconceituoso como o jornalismo que representa e defende todos os dias diante da TV.
Se não existisse a Internet, apenas algumas pessoas que ouviram o infeliz pensamento na hora comentariam depois, e talvez, alguns veículos fizessem alguma nota passados dias sobre o fato.
Na rede foi rastilho de pólvora a circulação, obrigando o jornalista a se retratar diante de milhões de pessoas, que aumentaram a audiência do jornal no primeiro dia do ano. O Jornal da Band de ontem rendeu 5 pontos no Ibope com pico de 6.
É por isso que não dá pra confiar em jornalismo escapista.
No GDF, obra parada. Ou recesso de Natal?
30/12/2009Ao contrário do que afirma o governador Arruda nesta nota da Agência de Notícias do Distrito Federal, a obra da foto acima está parada. Fiz a foto na tarde de ontem, 29/12, e nenhum trabalhador ou máquina se deslocava pelo canteiro.
Esta obra está localizada perto do Setor de Autarquias Sul, na entrada da L2 Sul.
Viajei para São Paulo no dia 22/12 e até este dia não vi movimentação no canteiro. Na semana anterior a do Natal, também não notei continuidade nos trabalhos. Retornei a Brasília no domingo, dia 27/12.
Em entrevista para a Agência Brasil, o secretário de Obras do DF, Jaime Alarcão, garantiu que as obras não seriam afetadas.
Se não foi o escândalo, qual o motivo da obra ter sido interrompida?
Eu tenho uma tese: nenhum administrador público de carreira quer colocar sua assinatura para liberação de dinheiro neste momento.







